Flutuantes
Assim, na Lancheria do Parque (lendário ponto de encontro da classe boêmia/artística da cidade de Porto Alegre) surgiram Os Flutuantes. Entre uma cerveja e outra, estava tudo acertado: começariam, mais uma vez, pelo que muitos chamam de fim, ou, objetivo-fim – a gravação de um CD! Com cinco músicas no bolso e muita disposição, ainda com o baixista Fábio, lá se foram os flutuantes para a então também iniciante Casa Elétrica. Com o profissionalismo e sensibilidade de Vini Tonello e Leonardo Brunelli para a produção, estava feito o brique: o Volume I saiu com onze músicas e começou a circular entre os apreciadores do bom e vellho rock and roll que, se depender dos Flutuantes, realmente, nunca morrerá. Salve Hendrix, Page, McCartney, Plant, etc. Os deuses agradecem a devoção destes guris.
